IMPORTÂNCIA DO
ORÇAMENTO DOMÉSTICO
Régis Varão
O planejamento
financeiro é necessário para a família ou indivíduo que deseja ter suas contas
em ordem e possa levar uma vida feliz.
Assim como o governo
federal, estados, municípios e empresas têm seus orçamentos, as famílias e os
indivíduos também precisam de um, para poder fazer previsões de receitas e
despesas, tendo em vista as disponibilidades existentes.
Todos temos sonhos,
que podem ser desde a compra de uma nova TV, uma viagem de férias, a troca do
veículo, até a aquisição da casa própria.
A maneira mais
prática de realizar sonhos esta no modo como elaboramos nosso orçamento e
lidamos com o dinheiro. Os recursos podem ser provenientes de salários,
pró-labore, rendimento de aplicações financeiras, aluguéis recebidos, renda de
serviços de consultoria entre outros. Já as despesas são um pouco mais
complexas, e na grande maioria das vezes é o vilão que destrói sonhos.
O modo mais prático
e fácil de obter sucesso financeiro é com planejamento, entretanto, precisa-se
de um orçamento doméstico, que é a primeira e talvez a mais importante fase do
planejamento financeiro.
Passos importantes
para elaborar um orçamento:
Primeiro: relacionar todas as despesas realizadas e todas
as receitas auferidas em determinado período. Exemplo: mês, trimestre
e/ou ano. Para uma análise correta, o ideal é guardar os comprovantes de
despesas e receitas. No caso das despesas devem ser guardados os recibos do
cafezinho, do cigarro entre outros. Nunca despreze os pequenos valores (Fator
Café), assunto que será abordado em um próximo texto;
Segundo: relacionar a receita mensal, que pode ser o salário líquido (menos
descontos), no caso dos que dispõem de renda fixa. Para os que não dispõem de
renda fixa (ganham por comissões), trabalha-se com a média dos últimos meses,
evitando-se surpresas desagradáveis em períodos de queda de receita;
Terceiro: as despesas podem ser relacionadas basicamente de duas
maneiras: por grupos: (a) alimentação (subgrupos: mercearia, padaria,
supermercado etc); (b) moradia (aluguel/prestação, condomínio, iptu, seguro,
água, telefone, luz etc); (c) saúde (plano de saúde, consulta
médica/odontológica, fisioterapia, remédios entre outros); (d) transporte
(financiamento de veículo, gasolina, manutenção, ipva, seguro etc); (e) lazer
(clube, cinema, teatro, viagens, restaurantes, TV a cabo etc); (f) educação
(colégio, faculdade, matrícula, material escolar etc); (g) despesas pessoais
(salão de beleza etc); (h) despesas financeiras (juros de empréstimos
bancários, juros do cheque especial, anuidade do cartão de crédito, tarifas bancárias
etc). A outra maneira é trabalhar com despesas fixas e variáveis. Para manter
melhor controle da evolução dos gastos, a utilização de grupos e subgrupos é a
mais fácil não só de controlá-los, mas de lembrar do comportamento de itens
específicos. O grupo despesas financeiras e seus subgrupos é muito importante
na elaboração do orçamento, pois, nele verificamos a saúde financeira e o
comprometimento do patrimônio individual e familiar;
Quarto: fazer o somatório de todas as despesas e receitas e compará-las
mensalmente para verificar se existe superávit ou déficit;
Quinto: verificar onde estão os ralos, por onde escorre as receitas
recebidas. O passo anterior mostra a real situação desses ralos, que
normalmente são grandes;
Sexto: esse é o último passo, a diferença é que agora conhecemos os ralos, e
precisamos encontrar uma maneira de tapá-los. Essa é a parte mais difícil e
dolorida na elaboração do orçamento, pois, muitos aspectos estão envolvidos,
inclusive emocionais, hábitos antigos entre outros.
Com a elaboração do
orçamento temos a real dimensão do endividamento, e que agora fica mais fácil
resolvê-los, que podem ser: aumento das receitas e redução das despesas;
aumento das receitas mantendo inalteradas as despesas; mantendo estáveis as receitas
e reduzindo as despesas. São muitas as possibilidades, mas o aumento de
receitas e redução de despesas pode ser considerada a melhor delas.
A elaboração do
orçamento pode levar indivíduos e famílias a conhecerem seus padrões de
despesas, a descobrirem para onde está indo o dinheiro oriundo do seu trabalho,
a observarem os inúmeros ralos que dificultam o planejamento financeiro da
maioria dos brasileiros, isto é, o orçamento pode ser considerado a peça mais
importante do planejamento financeiro, pois, levará o individuo e as famílias a
pensar em um futuro melhor.
Contudo, o orçamento
não pode ficar apenas na teoria, tem que ter compromisso, ou seja, o indivíduo
tem que necessariamente rever conceitos, adotar novas atitudes e perceber a
importância do planejamento financeiro para sua vida e de sua família.
IMPORTÂNCIA DO
ORÇAMENTO DOMÉSTICO
Régis Varão
O planejamento
financeiro é necessário para a família ou indivíduo que deseja ter suas contas
em ordem e possa levar uma vida feliz.
Assim como o governo
federal, estados, municípios e empresas têm seus orçamentos, as famílias e os
indivíduos também precisam de um, para poder fazer previsões de receitas e
despesas, tendo em vista as disponibilidades existentes.
Todos temos sonhos,
que podem ser desde a compra de uma nova TV, uma viagem de férias, a troca do
veículo, até a aquisição da casa própria.
A maneira mais
prática de realizar sonhos esta no modo como elaboramos nosso orçamento e
lidamos com o dinheiro. Os recursos podem ser provenientes de salários,
pró-labore, rendimento de aplicações financeiras, aluguéis recebidos, renda de
serviços de consultoria entre outros. Já as despesas são um pouco mais
complexas, e na grande maioria das vezes é o vilão que destrói sonhos.
O modo mais prático
e fácil de obter sucesso financeiro é com planejamento, entretanto, precisa-se
de um orçamento doméstico, que é a primeira e talvez a mais importante fase do
planejamento financeiro.
Passos importantes
para elaborar um orçamento:
Primeiro: relacionar todas as despesas realizadas e todas
as receitas auferidas em determinado período. Exemplo: mês, trimestre
e/ou ano. Para uma análise correta, o ideal é guardar os comprovantes de
despesas e receitas. No caso das despesas devem ser guardados os recibos do
cafezinho, do cigarro entre outros. Nunca despreze os pequenos valores (Fator
Café), assunto que será abordado em um próximo texto;
Segundo: relacionar a receita mensal, que pode ser o salário líquido (menos
descontos), no caso dos que dispõem de renda fixa. Para os que não dispõem de
renda fixa (ganham por comissões), trabalha-se com a média dos últimos meses,
evitando-se surpresas desagradáveis em períodos de queda de receita;
Terceiro: as despesas podem ser relacionadas basicamente de duas
maneiras: por grupos: (a) alimentação (subgrupos: mercearia, padaria,
supermercado etc); (b) moradia (aluguel/prestação, condomínio, iptu, seguro,
água, telefone, luz etc); (c) saúde (plano de saúde, consulta
médica/odontológica, fisioterapia, remédios entre outros); (d) transporte
(financiamento de veículo, gasolina, manutenção, ipva, seguro etc); (e) lazer
(clube, cinema, teatro, viagens, restaurantes, TV a cabo etc); (f) educação
(colégio, faculdade, matrícula, material escolar etc); (g) despesas pessoais
(salão de beleza etc); (h) despesas financeiras (juros de empréstimos
bancários, juros do cheque especial, anuidade do cartão de crédito, tarifas bancárias
etc). A outra maneira é trabalhar com despesas fixas e variáveis. Para manter
melhor controle da evolução dos gastos, a utilização de grupos e subgrupos é a
mais fácil não só de controlá-los, mas de lembrar do comportamento de itens
específicos. O grupo despesas financeiras e seus subgrupos é muito importante
na elaboração do orçamento, pois, nele verificamos a saúde financeira e o
comprometimento do patrimônio individual e familiar;
Quarto: fazer o somatório de todas as despesas e receitas e compará-las
mensalmente para verificar se existe superávit ou déficit;
Quinto: verificar onde estão os ralos, por onde escorre as receitas
recebidas. O passo anterior mostra a real situação desses ralos, que
normalmente são grandes;
Sexto: esse é o último passo, a diferença é que agora conhecemos os ralos, e
precisamos encontrar uma maneira de tapá-los. Essa é a parte mais difícil e
dolorida na elaboração do orçamento, pois, muitos aspectos estão envolvidos,
inclusive emocionais, hábitos antigos entre outros.
Com a elaboração do
orçamento temos a real dimensão do endividamento, e que agora fica mais fácil
resolvê-los, que podem ser: aumento das receitas e redução das despesas;
aumento das receitas mantendo inalteradas as despesas; mantendo estáveis as receitas
e reduzindo as despesas. São muitas as possibilidades, mas o aumento de
receitas e redução de despesas pode ser considerada a melhor delas.
A elaboração do
orçamento pode levar indivíduos e famílias a conhecerem seus padrões de
despesas, a descobrirem para onde está indo o dinheiro oriundo do seu trabalho,
a observarem os inúmeros ralos que dificultam o planejamento financeiro da
maioria dos brasileiros, isto é, o orçamento pode ser considerado a peça mais
importante do planejamento financeiro, pois, levará o individuo e as famílias a
pensar em um futuro melhor.
Contudo, o orçamento
não pode ficar apenas na teoria, tem que ter compromisso, ou seja, o indivíduo
tem que necessariamente rever conceitos, adotar novas atitudes e perceber a
importância do planejamento financeiro para sua vida e de sua família.