quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

ATENÇÃO COM SEU DINHEIRO EM 2017!
Régis Varão/¹

Falta apenas 2 dias para o término de 2016, um ano que não deixará saudades tendo em vista as inúmeras dificuldades que os consumidores brasileiros e os que pagam tributos tiveram ao longo do ano. Os indicadores econômicos e sociais deixarão marcas que serão lembradas por muitos anos.

Estamos com 12 milhões de desempregados, cerca de 60% das famílias brasileiras estão endividadas, os juros e a inflação estão elevados, 60 milhões de brasileiros estão inadimplentes totalizando dívidas em atraso no montante de R$ 256 bilhões, fazer compras em supermercados está difícil pois tudo está caro, até abastecer o carro está difícil, enfim, um ano que não deixará saudades.

No entanto, apesar de um ano ruim sob vários aspectos, podemos vislumbrar um 2017 um pouco melhor, “pelo menos” em termos de expectativas.

Algumas mudanças de hábitos podem ajudar para que tenhamos um 2017 melhor:

(a) Inicie 2017 fazendo planejamento financeiro;

(b) Elabore um orçamento pessoal ou familiar. Liste todas as despesas (mesmo as de pequeno valor) e receitas;

(c) Não descuide dos pequenos valores (cafezinho, lanches etc), eles fazem grande diferença com o passar do tempo;

(d) Liquide a fatura integral do cartão de crédito. Tenha cuidado com os juros do crédito rotativo que incidem no saldo devedor do cartão de crédito;

(e) Não tenha mais que um cartão de crédito. Ao sair com o cartão de crédito não leve o talão de cheques;

(f) Evite comprar a prazo e não faça parcelamentos, a não ser em caso de necessidade (doença, despesas hospitalares etc). Se puder compre a vista;

(g) Quando for ao supermercado alimente-se primeiro e só compre o que estiver programado (leve uma lista de produtos);

(h) Se tiver dívidas utilize o 13º, bonificações natalinas ou receitas extras periódicas para quitá-las;

(i) Se não estiver endividado guarde parte dos ganhos extras para pagar as despesas de início de ano como IPTU, IPVA, matrícula das crianças, material escolar etc;

(j) Peça desconto em tudo que for comprar e seja passível de barganha;

(k) Faça pesquisa de preços, pois existe uma grande diferença entre os fornecedores;

(l) Faça uma reserva financeira para sua aposentadoria. Comece com 10% da sua renda líquida;

(m) A tendência natural da economia é minguar o valor da aposentadoria ou aumentar o tempo de contribuição, logo, uma poupança será fundamental para manter a qualidade de vida presente e futura;

(n) Uma sugestão de como sua receita mensal pode ser distribuída sem perder qualidade de vida: aluguel e prestação da casa própria até 25% da renda líquida mensal; educação até 14%; supermercado e alimentação até 14%; saúde/beleza pessoal e da familiar até 14%; financiamento e despesas com carro até 13%; reserva financeira 10% (mínimo); lazer 5% e dívidas em geral 5% (máximo).

Portanto, final de ano é um período adequado para pensar na vida presente e futura, assim, reserve uma quantia ou um percentual de sua receita para uma reserva financeira com vistas a aposentadoria. Tenha uma renda independente do teto estabelecido pelo INSS para sobreviver com qualidade de vida na aposentadoria. Economize todos os dias, faça poupança, guarde parte de seus proventos para uma reserva financeira/reserva de emergência e você estará assegurado um futuro melhor para você e sua família. Desejo um feliz Ano Novo com saúde, paz e prosperidade.


¹/ Coach Financeiro, Business & Executive Coach, Personal Coach, Educador Financeiro e palestrante nas áreas de finanças pessoais, liderança e conjuntura macroeconômica. Economista com pós-graduação stricto sensu em economia, Bacharel em Direito, Professor Universitário e ex-servidor do Banco Central do Brasil. Mais informações visite o site www.ravecofinancas.com.

domingo, 18 de dezembro de 2016

AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA REDUZ COMPETITIVADE
Régis Varão/¹

Nos últimos anos tem crescido o crime e a violência nas grandes cidades brasileiras, o que incorre em elevados custos para a sociedade e para a economia como um todo. Além das perdas materiais e pessoais, a violência impõe custos indiretos, afetando negativamente as decisões de investimento e consumo, o uso eficiente dos recursos e mais que isso impactando diretamente na produtividade e na competitividade, afirma a Nota Econômica de nov/16, divulgado pela  Confederação Nacional da Indústria-CNI, que trabalha com as estatísticas do relatório World Economic Forum-WEF.

De acordo com o relatório da WEF, os custos relacionados ao crime e seus impactos no setor produtivo mantêm-se elevados no Brasil por quase uma década. “Desde 2006, início da série histórica, o país está entre os 25% com pior desempenho no ranking mundial do indicador, cuja avaliação compreendeu, em média, entre 2006 e 2015, 138 economias. Na percepção das empresas, os custos com o crime têm crescido nos últimos anos. Entre 2012 e 2015, o indicador caiu de 3,48 em 2012 para 2,87 (em escala de 1 a 7), o que reduziu a distância entre o Brasil e o pior colocado no ranking mundial - de 15,3% para 8,6%”.

Ainda segundo o relatório, no período 2010-15, o número de ocorrência de roubo e furto de carga no País subiu 64%. Paralelamente, observa-se elevação da demanda por serviços de vigilância e segurança, e uma situação que já era preocupante, piorou recentemente, o que em parte pode ser explicado pela crise econômica.

Em 2015, com relação ao indicador custos para as empresas do crime e da violência, os primeiros colocados - no critério menor custo - são os países de elevada renda do Oriente Médio e norte da África, como Emirados Árabes Unidos (1ª posição), Catar (3ª) e Omã (6ª). Entre os 140 países pesquisados, o último lugar é da Venezuela (140ª posição), o país de mais elevado custo.

Os países do continente americano, com exceção do Canadá (29ª posição) e Nicarágua (46ª), têm um baixo desempenho no indicador, pois todos se encontram entre os 50% piores posicionados entre as 140 economias pesquisadas (os EUA está na 77ª posição).

A situação piora quando a avaliação é restrita à América Latina, onde 17 dos 22 países estão entre os 25% piores posicionados. A nota do Brasil (2,87) em 2015 é inferior à média da América Latina (3,22) e da África subsaariana (4,13). O Brasil, com a queda recente no desempenho entre 2014 e 2015, quando passou de 3,23 para 2,87, respectivamente, se encontra atrás do Haiti, República Dominicana e Argentina.

A pesquisa Enterprise Surveys do Banco Mundial, avalia os custos de crimes violentos que recaem especificamente sobre o custo das empresas, no entanto, a última pesquisa realizada no Brasil é de 2009. Segundo a pesquisa, os custos com segurança privada com equipamentos, pessoal ou serviços especializados, participaram com 1,7% do faturamento das empresas brasileiras em 2007, enquanto as perdas com roubo e vandalismo representaram 2,5% do faturamento no mesmo ano.

Segundo a publicação da CNI, o crime foi identificado por 69% das empresas brasileiras como grande obstáculo para suas operações, sendo que o percentual é o mais elevado entre os 133 países pesquisados no período 2009-16.

Ainda de acordo com a Nota Econômica, “Embora as empresas brasileiras tenham gasto, como proporção do faturamento anual, aproximadamente o mesmo percentual com segurança privada que a média das empresas na América Latina (1,5%) e no mundo (1,6%), as perdas com roubo e vandalismo foram maiores: o percentual no Brasil é quase três vezes o observado na América Latina (2,5% contra 0,9%) e no mundo (0,8%)”.

Os gastos privados com segurança no Brasil não produziram os mesmos efeitos que os verificados em economias com características semelhantes à nossa. Na Rússia, Turquia e África do Sul, embora os custos com segurança privada como proporção do faturamento, tenham sido iguais aos realizados no Brasil, as perdas decorrentes de roubos e vandalismo naquelas economias foram muito menores que no Brasil.

O número de ocorrências de roubo e furto de carga no País subiu 63,6% entre 2010 e 2015 (20.803 ocorrências), um percentual elevado e com impactos negativos na produtividade da economia e do segmento serviços em geral. Por outro lado, observa-se elevação da demanda por serviços de segurança, o que é constatado no crescimento do emprego no setor, que subiu, em média, 7,2% ao ano nessa atividade, o que é superior aos 4,9% de elevação do setor serviços no período.

Portanto, no final todos perdem, consumidores, empresas e o próprio Estado ao ter agregado ao preço dos produtos os custos com a contratação de serviços de segurança, que indiretamente impactam negativamente na competitividade das empresas e no bolso dos consumidores.

¹/ Coach Financeiro, Business & Executive Coach, Personal Coach, Educador Financeiro e palestrante nas áreas de educação financeira, finanças pessoais, liderança e conjuntura macroeconômica. Economista com pós-graduação stricto sensu em economia, Bacharel em Direito, Professor Universitário e ex-servidor do Banco Central do Brasil. Mais informações visite o site www.ravecofinancas.com.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

CONFIANÇA DO CONSUMIDOR RECUA EM DEZEMBRO
Régis Varão/¹

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC), publicado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), reflete o sentimento dos consumidores brasileiros quanto à situação atual e às expectativas econômicas das pessoas e do País para os próximos meses. Quanto maior o valor do índice, mais alto é o percentual de respostas positivas, isto é, maior é o percentual de pessoas esperando declínio da inflação, do desemprego, elevação da renda pessoal e das compras de bens de maior valor, e esperando melhor situação financeira e queda do endividamento.

O INEC registra 100,3 pontos em dez/16, valor 2,8% abaixo do observado em nov/16, e +4,2% acima do registrado em dez/15 quando registrou 96,3 pontos. Com os declínios verificados nos dois últimos meses do ano, o índice reverte o crescimento do período jul-out/16, quando apresentou elevação de 3,4%. O INEC ainda é maior do que o de dez/15 (+4,2%), mas está 7,8% abaixo da média histórica (108,8 pontos).

A maioria dos componentes do INEC mostra declínio na comparação mensal, ficando a exceção por conta do índice de situação financeira, o que reflete uma pequena melhora na percepção dos consumidores a respeito de suas condições financeiras.

Componentes do INEC:

(a) Expectativa de Inflação: o índice de expectativas de inflação registrou declínio de 6,1% em dez/16 (102,4 pontos) com relação ao mês anterior, e subiu 9,4% quando comparado ao mesmo mês de 2015;

(b) Expectativa de desemprego: as expectativas de desemprego apresentaram queda de 7,8% em dez/16 (106,3 pontos) quando comparado ao nov/16, mas registrou elevação de 7,8% com relação ao mesmo mês do ano anterior;

(c) Expectativa de Renda Pessoal: as expectativas de renda pessoal registraram decréscimo de 3,5% em dez/16 (91,7 pontos) ante o mês anterior, e subiu 5,8% com relação à dez/15;

(d) Compras de Bens de Maior Valor: com relação às expectativas das compras de maior valor, houve decréscimo nas duas bases de comparação, registrando -1,7% em dez/16 (111,3 pontos) frente ao mês anterior e declínio de 3% ante igual período de 2015;

(e) Endividamento: o endividamento apresentou queda de 1,3% em dez/16 (96,4 pontos) quando comparado ao mês anterior, e registrou incremento de 4% frente ao mesmo mês de 2015;

(f) Situação financeira: com relação à situação financeira dos consumidores, houve melhora nas expectativas nas duas bases de comparações, mensal e anual. Apresentou elevação de 1,1% em dez/16 (91,3 pontos) frente ao mês anterior e subiu 9,3% quando comparado a igual período do ano anterior.

Portanto, a maioria dos componentes do INEC apresenta declínio na comparação mensal, o que sugere perda de confiança dos consumidores brasileiros nos últimos meses. Uma situação preocupante, o que sugere um freio no consumo das famílias brasileiras para os próximos meses.

¹/ Coach Financeiro, Business & Executive Coach, Personal Coach, Educador Financeiro e palestrante nas áreas de educação financeira, finanças pessoais, liderança e conjuntura macroeconômica. Economista com pós-graduação stricto sensu em economia, Bacharel em Direito, Professor Universitário e ex-servidor do Banco Central. Mais informações visite o site www.ravecofinancas.com.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

A PROSPERIDADE DEPENDE DE BONS HÁBITOS!
Régis Varão/¹

O Brasil está atravessando uma forte crise econômica, e com a chegada do ano novo, normalmente as pessoas começam a fazer planos para o ano seguinte, inclusive o de poupar para a conquistar a tão sonhada casa própria ou até mesmo o carro dos sonhos ou ainda aquela viagem que nunca deu certo. Tendo em vista o alto desemprego, o grande endividamento das famílias, a inadimplência elevada, a queda nas vendas do comércio etc, terminamos o ano com a certeza que tudo poderá ser diferente.

A pesquisa Focus - Relatório de Mercado do Banco Central-BCB, de 2.12.16, não mostra mudanças substanciais nas expectativas do mercado, embora sinalize crescimento do PIB para o final de 2017 (+0,80%), queda de 3,25 p.p. na taxa Selic, e declínio nos índices de inflação. Embora tenhamos uma pequena melhora em alguns indicadores, muitos meses passarão até resolvermos os problemas do desemprego, inadimplência e endividamento. Considerando o péssimo desempenho da economia nos últimos meses, nota-se que o cenário para 2017 terá que levar em conta a necessidade urgente das pessoas e famílias de fazerem planejamento financeiro.

No final de ano muitos prometem que no ano novo farão dietas, até mesmo controle das despesas, o problema é que na maioria das vezes ficam só promessas. As expectativas para 2017 são pouco favoráveis, assim, resolvemos listar atitudes para melhorar a qualidade de vida atual e nos preparar para aposentadoria.

Dicas para uma boa qualidade de vida:

1. FAÇA PLANEJAMENTO FINANCEIRO:

Antes de abrir a carteira ou passar o cartão de crédito (CC), é necessário avaliar se terá dinheiro suficiente para liquidar a fatura ou pagar as prestações/financiamentos sem ficar apertado. Fazer orçamento financeiro é fundamental, relacione as fontes de receita e elabore uma lista de todas as despesas (guarde recibos). Relacione o valor dos financiamentos (casa própria etc), empréstimos, aluguel, seguros em geral, educação, carnês de lojas, plano de saúde, farmácia, lanches, lazer etc. Trabalhe as despesas em tópicos como moradia, educação, saúde, transporte, lazer etc, e você tomará ciência de quanto está gastando mensalmente. Você saberá quanto poderá separar para uma reserva financeira. Corte excessos e atente aos pequenos gastos;

2. ECONOMIZE SEMPRE:

Uma reserva financeira é importante como garantia para eventuais imprevistos e para garantir a educação dos filhos e a qualidade de vida futura. Muitos desconhecem sua importância. A reserva financeira é um compromisso que deve ser levado a sério e deve envolver todos. A família tem que estar unida no planejamento. Estabelecer metas e cumprí-las são oportunidades de mostrar para os filhos que o sucesso financeiro depende de planejamento, disciplina e trabalho, e que é relevante saber que dinheiro não é fácil de ganhar e que a finalidade é atender eventos inesperados e garantir a aposentadoria. Oriente seus filhos a economizarem enquanto são jovens e serão adultos responsáveis financeiramente;

3. PLANEJE SUA APOSENTADORIA:

Muitos incorrem no erro de pensar que o benefício pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) será suficiente para manter boa qualidade de vida na aposentadoria, período em que se gasta mais com médicos, dentistas, fisioterapeutas, remédios etc. Os recebimentos do INSS poderão faltar para bancar as despesas comuns de uma pessoa idosa. Reserve um valor fixo ou um percentual do salário todos os meses para aplicar em um fundo de reserva. Quanto antes iniciar melhor, os juros recebidos fazem grande diferença ao longo dos anos. Nunca mexa nesses valores;

4. EVITE PARCELAR COMPRAS:

Na maioria das vezes as pessoas acham vantajoso parcelar as compras. Elas desconhecem que no parcelamento está embutido um percentual de juros. É normal surgir imprevistos, como geladeira que apresenta defeito e o preço do conserto ficar próximo ao preço do produto novo. Se você não dispõe de reserva financeira para comprar à vista, financie, mas fique atento aos juros embutidos nas prestações;

5. ATENÇÃO ÀS ARMADILHAS DO COMÉRCIO:

As promoções e a publicidade são tentadoras no ano todo, no entanto, em períodos como Black Friday-BF e Natal, o exagero publicitário e o clima de fim de ano pega muita gente desprevenida. O Black Friday foi criado pelos norte-americanos nos anos 60, e ocorre na última semana de novembro, após o dia de Ação de Graças, com bons descontos. Chegou aqui em 2010 e representa um período importante para o varejo nacional e para o mundo online. Atenção com a maquiagem dos preços, observe a necessidade de adquirir o produto ou serviço, pesquise o histórico de preços e fique atento à cobrança do frete (vilão do BF 2015), em compras online. As decorações de Natal podem levar muita gente ao descontrole nas compras. Para se proteger do endividamento e fugir das armadilhas, leve uma lista e atenha-se ao planejado. Faça Amigo Oculto, que é uma boa maneira de presentear a baixo custo;

6. PARCIMÔNIA AO USAR O CARTÃO DE CRÉDITO:

Um dos problemas do endividamento decorre da má utilização do cartão de crédito (CC) e do não pagamento da fatura integral. Segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor-PEIC de nov/16, da Confederação Nacional do Comércio-CNC, 77,2% das famílias brasileiras se endividam com o cartão de crédito, que é uma opção pouco saudável. Atualmente, paga-se mais de 470% a.a. no saldo devedor quando o consumidor paga o valor mínimo da fatura. O CC é um aliado quando utilizado com parcimônia e disciplina. Os programas de milhagem ajudam a obter passagens aéreas gratuitas e outras vantagens. Não parcele compras no cartão de crédito e compre apenas o necessário;

7. RENEGOCIE AS DÍVIDAS:

Troque as dívidas caras, rotativo do cartão de crédito e cheque especial, por mais baratas (empréstimo consignado), quando o corte de despesas não resolver. O endividado reduz o montante das dívidas se negociar diretamente com as operadoras dos cartões de crédito, em vez de deixar a dívida crescer. A negociação pode ser realizada com bancos, colégio dos filhos etc. Ao negociar cria-se nova e melhor condição de pagamento, e não negociar pode ser perigoso e de alto custo financeiro.

O segredo da prosperidade está em fazer planejamento financeiro, gastar com parcimônia e poupar. Não compre por impulso nem a prazo, economize, faça reserva financeira, evite pagar juros, atente ao poder multiplicador deles e cuidado com os pequenos gastos. A prática de hábitos financeiros saudáveis reduz o estresse, eleva a produtividade, contribui para boa saúde física e mental e ajuda nos relacionamentos pessoais e profissionais.

¹/ Coach Financeiro, Business & Executive Coach, Personal Coach, Educador Financeiro e palestrante nas áreas de educação financeira, finanças pessoais, liderança e conjuntura macroeconômica. Economista com pós-graduação stricto sensu em economia, Bacharel em Direito, Professor Universitário e ex-servidor do Banco Central. Mais informações visite o site www.ravecofinancas.com.