domingo, 30 de dezembro de 2018

ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS RECUA EM NOVEMBRO
Régis Varão/¹

O endividamento das famílias recua em nov/18 ante o mês anterior, e cai na comparação anual. As famílias com contas ou dívidas em atraso apresentaram declínio no período out-nov/18, enquanto o percentual que afirmou sem condições de pagar suas contas em atraso também registrou queda, nas duas bases de comparação, segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor-PEIC, da CNC.

O endividamento com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro declinou de 60,7% em out/18 para 60,3% no mês seguinte, embora tenha declinado 1,9 p.p. na comparação anual.

O percentual de famílias com dívidas em atraso recuou de 23,5% em out/18 para 22,9% em nov/18, enquanto decresceu 2,9 p.p. na comparação anual. Houve queda do percentual de inadimplentes em relação a nov/17, que chegou a 25,8% do total. O percentual de famílias sem condições de pagar suas contas em atraso e permanecem inadimplentes caiu nas duas bases de comparação, passando de 9,9% em out/18 para 9,5% em nov/18, enquanto atingiu 10,1% em nov/17.

O endividamento das famílias apresentou tendência semelhante nas duas faixas de renda na comparação mensal, enquanto na anual, houve elevação na faixa acima de 10 salários mínimos (>10 SM). Para as famílias que ganham até 10 SM (<10 SM), o percentual de famílias endividadas atingiu 61,5% em nov/18, abaixo dos 61,7% registrados em out/18 e dos 63,7% de nov/17. Famílias com renda >10 SM, o percentual de endividadas caiu de 56,3% em out/18 para 55,4% no mês seguinte. Em nov/17, o percentual de famílias com dívidas nessa faixa de renda era 54,5%.

O percentual de famílias com contas em atraso apresentou tendências semelhantes entre os grupos de renda pesquisados, nas duas bases de comparação. Na faixa <10 SM, o percentual de famílias com contas em atraso passou de 26,4% em outubro para 25,9% em nov/18. Em nov/17, 29,1% das famílias nessa faixa de renda declararam ter contas em atraso. No grupo com renda >10 SM, o percentual de inadimplentes alcançou 10,1% em nov/18, ante 10,8% observado em out/18 e 11,7% em nov/17.

O resultado por faixa de renda do percentual de famílias sem condições de pagar suas contas em atraso apresentou comportamento diferente entre os grupos pesquisados, apenas na comparação anual, enquanto na faixa de renda >10 SM, o indicador atingiu 3,6% em nov/18, um pouco abaixo do observado em out/18 (3,7%) e acima de nov/17 (3,2%). As famílias com renda <10 SM, o percentual sem condições de quitar suas dívidas caiu de 11,5% em out/18 para 11% no mês seguinte.

A proporção de famílias muito endividadas caiu em out-nov/18, de 12,9% para 12,8%, respectivamente. Na comparação anual apresentou redução de 1,8 p.p. Já a parcela de famílias mais ou menos endividada saiu de 23% em nov/17 para 23,2% em igual período de 2018, enquanto a parcela pouco endividada passou de 24,6% para 24,3% na mesma base de comparação. Ver gráficos.

O cartão de crédito continua o preferido das famílias endividadas atingindo o elevado percentual de 77,4% em nov/18. Na sequência temos: carnês de loja (14,8%); financiamento de carro (10,2%); financiamento de casa (8,7%); crédito pessoal (8,7%); cheque especial (5,7%); crédito consignado (5,7%); outras dívidas (2,7%); e cheque pré-datado com 1,3%.

Nas famílias com renda <10 SM, o cartão de crédito participa com 78,4% das preferências, seguido por carnês de loja (16%), crédito pessoal (8,5%) e financiamento de carro (8,3%). Nas famílias com renda >10 SM, os principais tipos de dívida são: cartão de crédito (73,7%), seguido por financiamento de carro (19,5%) e financiamento de casa (17,5%). Ver gráficos.

Portanto, o endividamento recuou em novembro nas duas bases de comparação, embora o cartão de crédito continue como líder na preferência das famílias em ambas as faixas de renda pesquisadas. O comportamento do endividamento reflete a lenta recuperação do consumo das famílias e a moderação ao tomar novos empréstimos e financiamentos. O alto desemprego e o ritmo vagaroso de recuperação da atividade econômica contribuem para manter o endividamento elevado, embora as expectativas sejam favoráveis para os próximos meses.

¹/ Mentor e Coach Financeiro, especializado em educação financeira, finanças pessoais e desenvolvimento de pessoas. Educador e planejador financeiro há mais de 25 anos. É palestrante de temas ligados à educação financeira, finanças pessoais, inteligência financeira, educação corporativa e liderança, além de ministrar treinamentos e workshops nessas áreas. É Master Practitioner em PNL. Economista com mestrado e doutorado em economia, é também bacharel em direito. Tem se dedicado ao estudo do dinheiro nas últimas três décadas. Foi professor universitário durante vinte e três anos e servidor do Banco Central por 36 anos. Visite o site www.ravecofinancas.com.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

EXPECTATIVA DE VIDA DO BRASILEIRO ATINGE 75,8 ANOS
Régis Varão/¹

A expectativa de vida do brasileiro chega a 75,8 anos para uma pessoa nascida em 2016. Entre 1940 e 2016 a expectativa de vida apresentou um acréscimo de 30,3 anos, e subiu 3 meses e 11 dias em relação a 2015. Enquanto os homens têm expectativa de 72,2 anos, as mulheres têm 79,4 anos, isto é, as mulheres vivem mais que os homens cerca de 7 anos, o que não é pouco, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com Fernando Albuquerque, do IBGE, “a partir de 1940, com a incorporação dos avanços da medicina às políticas de saúde pública, o país experimentou uma primeira fase de sua transição demográfica, caracterizada pelo início da queda das taxas de mortalidade”.

Com relação as Unidades da Federação, a maior expectativa de vida foi observada em Santa Catarina (SC) com 79,1 anos, acima da média nacional, enquanto o Maranhão (MA) registrou a menor expectativa com 70,6 anos, muito abaixo da média nacional. Uma pessoa idosa que completasse 65 anos em 2016 teria a maior expectativa de vida (20,1 anos) no Espírito Santo (ES), enquanto em Rondônia, uma pessoa com 65 anos em 2016 teria mais 15,9 anos.

Quanto a diferença por sexo, a população idosa do sexo masculino do ES teria mais 18,2 anos e a do sexo feminino mais 21,8 anos. Já com relação as menores expectativas de vida, temos os idosos do sexo masculino do Piauí, com mais 14,6 anos, e as mulheres de Rondônia com mais 17,1 anos.

Um indivíduo ao completar 50 anos em 1940, tinha uma expectativa de vida de 19,1 anos, vivendo em média 69,1 anos. Com a redução da mortalidade no período, uma pessoa de 50 anos, em 2016, teria uma expectativa de mais 30,3 anos, podendo chegar em média aos 80,3 anos, ou seja, 11,2 anos a mais que o mesmo cidadão da mesma idade em 1940.

A pesquisa do IBGE afirmar que um homem de 20 anos tinha 4,5 vezes mais chance de não completar 25 anos que uma mulher na mesma idade em 2016. Afirma ainda, “Este fenômeno pode ser explicado pela maior incidência dos óbitos por causas externas ou não naturais, que atingem com maior intensidade a população masculina”.

De acordo com a pesquisa, “a partir de 1980, as mortes associadas às causas externas ou não naturais, que incluem os homicídios, suicídios, acidentes de trânsito, afogamentos, quedas acidentais etc., passaram a desempenhar um papel de destaque, de forma negativa, sobre a estrutura por idade das taxas de mortalidade, particularmente dos adultos jovens do sexo masculino”. Por outro lado, entre 1940 e 2016, diminuiu a mortalidade feminina da população de 15 a 49 anos de idade.

Ainda de acordo com Albuquerque, “a diferença nas expectativas de vida entre homens e mulheres reflete os altos níveis de mortalidade, principalmente de jovens, por causas violentas, que incidem diretamente na esperança de vida ao nascer da população masculina”.

O relatório afirma que em 1940, de cada mil pessoas que chegavam aos 65 anos de idade, 259 atingiriam os 80 anos ou mais. “Em 2016, de cada mil idosos com 65 anos, 628 completariam 80 anos. As expectativas de vida ao atingir 80 anos foram de 10,2 e 8,5 anos para mulheres e homens, respectivamente. Em 1940, estes valores eram de 4,5 anos para as mulheres e 4,0 anos para os homens”.

A maior expectativa de vida entre as unidades da federação foi em SC com 79,1 anos, seguida por ES, Distrito Federal e São Paulo, todos acima de 78 anos. Estados com expectativa acima da média nacional: Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. A menor expectativa de vida foi encontrada no MA com 70,6 anos.

Portanto, temos que aproveitar, com parcimônia, esse ganho extra de vida. Temos que nos preparar financeiramente para situações não previstas e que poderão demandar recursos financeiros, como acidentes diversos, exames médicos sem cobertura de planos de saúde, doença em família etc. Cuide de sua saúde física e mental, mas não descuide de suas finanças pessoais. Faça uma reserva financeira e economize no dia a dia para aproveitar esse ganho de vida extra. Sempre é tempo de fazer reserva financeira para imprevistos.

¹/ Mentor e Coach Financeiro, especializado em educação financeira, finanças pessoais e desenvolvimento de pessoas. Educador e planejador financeiro há mais de 25 anos. É palestrante de temas ligados à educação financeira, finanças pessoais, inteligência financeira e liderança, além de ministrar treinamentos e workshops nessas áreas. É Master Practitioner em PNL. Economista com mestrado e doutorado em economia, é também bacharel em direito. Tem se dedicado ao estudo do dinheiro nas últimas três décadas. Foi professor universitário durante vinte e três anos e servidor do Banco Central por 36 anos. Visite o site www.ravecofinancas.com.

domingo, 9 de dezembro de 2018

CONFIANÇA DO CONSUMIDOR AVANÇA EM NOVEMBRO
Régis Varão/¹

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas (FGV) subiu 7,1 pontos em nov/18 chegando a 93,2 pontos, o maior valor observado desde jul/14 quando atingiu 93,8 pontos. Após duas subidas consecutivas, o índice acumula elevação de 11,1 pontos no bimestre out-nov/18, representando a maior alta registrada na série histórica iniciada em set/05.

Na comparação mensal o índice apresentou crescimento em out/18 e novembro, de respectivamente 4 e 7,1 pontos, enquanto em termos anuais apresentou declínio de 0,5 ponto em out/18 e elevação de 5,5 pontos no mês seguinte.

Segundo Viviane Bittencourt, da FGV, “Depois de um período de desconfiança, os consumidores voltam a ficar otimistas em relação às perspectivas econômicas do país, às finanças familiares e ao emprego. Mas além de se mostrar “esperançoso” sobre o futuro, os consumidores já se mostram menos insatisfeitos com o presente. O resultado parece ter sido influenciado pela redução das incertezas políticas e o efeito “Lua de Mel” com o novo governo“.

Em nov/18, os indicadores que avaliam tanto a situação atual (Índice de Situação Atual-ISA) quanto as expectativas (Índice de Expectativas-IE) apresentaram melhora. O ISA registrou incremento de 2,7 pontos, passando de 71,9 pontos para 74,6 pontos, maior nível observado desde mai/18 quando atingiu 77,2 pontos. Já IE apresentou crescimento mais vigoroso com 9,8 pontos, saindo de 96,6 pontos em out/18 para 106,4 pontos no mês seguinte, o maior valor registrado desde fev/13 quando chegou a 106,7 pontos. Segundo o relatório da sondagem do consumidor “O resultado mostra que a proporção de respostas otimistas supera a de pessimistas pela primeira vez desde março deste ano, acumulando uma alta de 16,7 pontos nos últimos dois meses”.

Com relação à situação atual, o destaque fica com o indicador que afere o grau de satisfação com a economia, com crescimento de 3,3 pontos atingindo 81,1 pontos, o mais elevado nível desde mai/18 (82 pontos).

Quanto às perspectivas futuras, o indicador que mede o otimismo com o desempenho da situação econômica nos próximos seis meses foi o que mais contribuiu para o crescimento da confiança em nov/18, ao registrar incremento de 20 pontos e chegar a 126,1 pontos, o maior nível verificado na série histórica. A expectativa sobre a situação familiar também se tornou otimista, com alta de 13,5 pontos, atingindo 106,9 pontos, o maior nível desde set/13 quando chegou a 108,2 pontos.

De acordo com a sondagem do consumidor, “Apesar de uma recuperação do otimismo sobre as finanças pessoais, houve devolução de 45% da alta observada no mês passado do indicador que mede a intenção de compras de bens duráveis, que caiu 5,4 pontos em novembro, para 85,3 pontos”.

Com relação ao ICC, por faixa de renda, houve elevação do nível de confiança em todas as classes de renda. A faixa de renda entre R$2.100,01 e R$4.800,00 registrou o melhor desempenho positivo com +10,8 pontos em nov/18 ante o mês anterior. A segunda melhor performance ficou com a faixa de renda entre R$4.800,01 e R$9.600,00 ao subir 9,6 pontos em nov/18 na comparação mensal. A terceira posição ficou com a faixa de renda acima de R$9.600,00 que subiu 5,9 pontos na mesma base de comparação. O que apresentou o menor crescimento em nov/18 foi na faixa de renda de até R$2.100,00 ao crescer 4,8 pontos.

Portanto, a confiança do consumidor apresentou desempenho positivo nos últimos dois meses, devido em grande parte ao crescimento do otimismo em relação às perspectivas econômicas e à melhora do nível de emprego da economia.

¹/ Mentor e Coach Financeiro, especializado em educação financeira, finanças pessoais e desenvolvimento de pessoas. Educador e planejador financeiro há mais de 25 anos. É palestrante de temas ligados à educação financeira, finanças pessoais, inteligência financeira e liderança, além de ministrar treinamentos e workshops nessas áreas. É Master Practitioner em PNL. Economista com mestrado e doutorado em economia, é também bacharel em direito. Tem se dedicado ao estudo do dinheiro nas últimas três décadas. Foi professor universitário durante vinte e três anos e servidor do Banco Central por 36 anos. Visite o site www.ravecofinancas.com.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

CONSUMIDOR MAIS OTIMISTA EM NOVEMBRO
Régis Varão/¹

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) registra a quinta elevação consecutiva, atingindo 113,6 pontos em nov/18. O indicador apresenta incremento de 2,7% ante o mês anterior e crescimento de 12,5% com relação a igual período de 2017. O valor registrado em nov/18 está 5,8 pontos acima da média histórica de 107,8 pontos e é o maior valor observado desde jan/14.

Os componentes do INEC apresentam elevação em nov/18 ante o mês anterior, exceto compras de bens de maior valor, que registra declínio nas duas bases de comparação.

Em relação a igual período de 2017, o INEC sobe 12,5%. O único componente abaixo do nível em que estava há doze meses é o de compras de bens de maior valor. Os demais componentes apresentam variação positiva, revelando um otimismo dos consumidores para os próximos seis meses.

A maioria dos componentes do INEC mostra avanços significativos na comparação anual, exceto compras de bens de maior valor com declínio nas duas bases de comparação. As expectativas de inflação, desemprego e renda pessoal apresentaram os melhores desempenhos em ambas as bases de comparação.

Componentes do INEC:

(a) Expectativa de Inflação: o indicador apresenta incremento de 8,6% em nov/18 (133,9 pontos), ante outubro, e sobe 25% na comparação com nov/17 (107,1 pontos). Esse componente apresenta as maiores variações positivas nas duas bases de comparação, com respectivamente 8,6% e 25%  no ano. O desempenho positivo do indicador tem levado os consumidores a ficarem mais otimistas com relação a evolução dos preços para os próximos seis meses;

(b) Expectativa de desemprego: o indicador registra crescimento de 6,5% em nov/18 (141,3 pontos) frente ao mês anterior, e sobe 19,1% ante nov/17 (118,6 pontos). O indicador de nov/18 apresenta declínio do pessimismo quanto às expectativas de desemprego para os próximos meses, enquanto apresenta o segundo melhor desempenho em ambas as bases de comparação;

(c) Expectativa de Renda Pessoal: esse componente registra variação positiva de 3,3% em nov/18 (106 pontos) ante o mês anterior, e elevação de 17,9% na comparação com igual período de 2017. Entre os indicadores de expectativas, a renda pessoal apresenta a terceira maior variação positiva em ambas as bases de comparação. O desempenho positivo do indicador em nov/18, indica que mais consumidores esperam elevação de seus rendimentos pessoais nos próximos meses;

(d) Expectativa de Compras de Bens de Maior Valor: o único dos componentes do INEC a registrar variação negativa nas duas bases de comparação. O indicador apresenta queda de 0,5% e de -3,8% em nov/18, em ambas as bases de comparação. O desempenho negativo do indicador indica aumento do pessimismo quanto às compras de bens de maior valor para os próximos meses;

(e) Endividamento: o indicador apresenta variação positiva de 1,1% em nov/18 (105,7 pontos) na comparação mensal, e sobe 15,8% ante igual período de 2017. O desempenho positivo do índice nos últimos cinco meses indica que uma maior quantidade de consumidores espera uma redução no nível de endividamento. O valor registrado em nov/18 é o maior observado desde jan/14 (107,6 pontos) e indica elevação da esperança de melhora do endividamento;

(f) Situação financeira: esse componente apresenta variação positiva de 0,1% em nov/18 (100,3 pontos), ante o mês anterior, e apresenta o quarto melhor desempenho anual entre os componentes do INEC, com +16,6%. O desempenho positivo desse indicador em nov/18, quando atinge o maior valor desde jan/15 (105 pontos), indica crescimento da esperança de melhora da situação financeira, embora os consumidores ainda mostram insegurança em relação à situação financeira, cujo indicador permanece praticamente estagnado na comparação mensal.

Portanto, a confiança do consumidor registra bom desempenho em nov/18 nas duas bases de comparação, exceto compras de bens de maior valor. Cabe observar na base anual, a maioria dos componentes do INEC apresentaram forte variação positiva, indicando avanço significativo do otimismo dos consumidores.

¹/ Mentor e Coach Financeiro, especializado em educação financeira, finanças pessoais e desenvolvimento de pessoas. Educador e planejador financeiro há mais de 25 anos. É palestrante de temas ligados à educação financeira, finanças pessoais, inteligência financeira e liderança, além de ministrar treinamentos e workshops nessas áreas. É Master Practitioner em PNL. Economista com mestrado e doutorado em economia, é também bacharel em direito. Tem se dedicado ao estudo do dinheiro nas últimas três décadas. Foi professor universitário durante vinte e três anos e servidor do Banco Central por 36 anos. Visite o site www.ravecofinancas.com.