ATENÇÃO
COM SEU DINHEIRO!
Régis
Varão/¹
Estamos com 14,2 milhões de desempregados, uma taxa
de desocupação de 13,7% em mar/17, segundo o IBGE.
De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor-PEIC
de abr/17, da Confederação Nacional do Comércio-CNC, estamos com 58,9% das
famílias brasileiras endividadas, 24,1% estão com contas ou dívidas em atraso, e
9,7% das famílias não terão condições de pagar suas contas. Por outro lado,
embora a inflação e os juros estejam em declínio, as compras em supermercados
não estão baratas, os preços de combustíveis continuam elevados, remédios cada
vez mais caros, enfim, atenção aos gastos do dia a dia.
(a) Faça planejamento financeiro, elabore um orçamento
com receitas e despesas e não esqueça dos pequenos valor;
(b) Liquide a fatura integral do cartão de crédito. Os juros do crédito rotativo que
incidem no saldo devedor continuam elevados, mesmo após a mudança verificada a
partir de 3.4.17;
(c) Não tenha mais que um cartão de crédito. Ao
sair com o cartão de crédito não leve o talão de cheques;
(d) Evite comprar a prazo e não faça parcelamentos, a não ser em caso de necessidade
(remédios, despesas hospitalares etc);
(e) Quando for ao supermercado alimente-se primeiro
e só compre o que estiver na lista de compras;
(f) Se tiver dívidas utilize o 13º, bonificações
natalinas ou receitas extras periódicas para quitá-las. Evite pagar juros;
(g) Se não estiver endividado guarde parte dos ganhos
extras para pagar despesas de início de ano como IPTU, IPVA, matrícula, material
escolar etc. Compre a vista;
(h) Peça desconto em tudo que for comprar, negocie
antes de pagar um bem ou serviço;
(i) Faça pesquisa de preços, existe uma grande
diferença entre os fornecedores;
(j) Faça uma reserva financeira para sua
aposentadoria, comece com 10% da sua renda líquida;
(k) Com a reforma da previdência que deverá ser
aprovada no Congresso Nacional, uma poupança será fundamental para manter a
qualidade de vida futura;
(l) Uma sugestão de como sua receita mensal pode ser distribuída sem perder qualidade de vida:
aluguel e prestação da casa própria destine até 25% da renda líquida mensal;
educação até 14%; supermercado e alimentação até 14%; saúde/beleza pessoal e da
família até 14%; financiamento e despesas com carro até 13%; reserva financeira
para aposentadoria 10%; lazer 5% e dívidas em geral 5% (máximo).
Portanto, está na hora de pensarmos a respeito de
nossa vida financeira presente e futura. Reserve uma quantia ou um percentual da
receita líquida para uma reserva financeira, tenha uma renda extra independente
do teto estabelecido pelo INSS para viver com qualidade de vida na
aposentadoria. Para termos essa renda extra, economize todos os dias, faça
poupança, guarde parte de seus proventos para uma reserva de emergência e você
estará garantindo um futuro melhor para você e sua família.
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